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Vitória da Conquista | 15 de Dezembro de 2018
Por Fabio Sena | 23/01/2017 - 00h18
Vitória da Conquista é um importante eixo rodoviário ligado com o norte e nordeste de Minas Gerais.

Em decorrência da situação epidemiológica da febre amarela no País, com o registro recente de óbitos em São Paulo, Goiás e Minas Gerais, incluindo regiões que fazem divisa com a Bahia, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab), vem reforçando ações de monitoramento, vigilância e controle da doença e também intensificano a imunização. A secretaria ainda incluiu na recomendação para o reforço vacinal, Vitória da Conquista, um importante eixo rodoviário ligado com o norte e nordeste de Minas Gerais, onde estão localizados os municípios com ocorrência de casos e óbitos por febre amarela. Embora o fluxo rodoviário não seja uma indicação para vacinação da população, pela intensidade migratória diária e pelas fortes relações de saúde entre as duas regiões, houve a inclusão do município na lista daqueles com indicativo de intensificação vacinal seletiva.

Além da vacinação da população dos municípios baianos que fazem limite com municípios mineiros, a Sesab solicitou ao Ministério da Saúde a ampliação da imunização para cidades com elevada circulação de pessoas oriundas de Minas Gerais. Isso em conseqüência do aceso a toda região litorânea, sobretudo no verão, como é o caso de Teixeira de Freitas (extremo sul), onde recentemente foi notificado um caso da doença em uma pessoa residente em Teófilo Otoni (MG).

As outras cidades da região com recomendação de imunização são Alcobaça, Belmonte, Caravelas, Eunápolis, Guaratinga, Ibirapuã, Itabela, Itagimirim, Itamaraju, Itanhém, Itapebi, Jucuruçu, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Porto Seguro, Prado, Santa Cruz de Cabrália e Vereda. A superintendente de Vigilância e Proteção à Saúde, Ita de Cácia Aguiar, explica que a vacina deve ser tomada por crianças a partir dos 9 meses e pelos adultos que ainda não estão imunizados. “Para as pessoas acima dos 60 anos e os imunodeprimidos, como os transplantados, a vacinação deve ser feita apenas com recomendação médica”.

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