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Vitória da Conquista | 14 de Novembro de 2018
Por Fabio Sena | 05/06/2017 - 11h23
Seu Otávio sabe o risco diário de travessia da ponte

No final da avenida Caetité, no bairro Ibirapuera, uma ponte de madeira – construída pelos próprios moradores – possibilita a passagem de centenas de pessoas para o bairro Bruno Bacelar, onde estão localizados o Sesc e o Estádio Murilão, por exemplo. A pequena ponte não permite a passagem de carros e os motoristas que se aventuraram caíram no canal que carreia água da chuva e de esgotos. Assim, boa parte dos moradores da Avenida Caetité são obrigados a submeter-se ao risco de uso da ponte por falta de outra alternativa.

O pintor Otávio Alves de Carvalho, 56 anos, reclama que a ponte tem servido a toda cidade, mas gera risco aos frequentadores do local, especialmente crianças e idosos. “A história da pinguela é que foram os moradores que fizeram, mas está servindo para a cidade toda. Um carro recentemente tentou passar e caiu aí adentro. A gente está precisando de uma passarela para ter acesso aqui ao Sesc, uma ponte que dê segurança, porque aqui passam crianças vindo da escola, passa todo tipo de gente”.

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