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Vitória da Conquista | 20 de Janeiro de 2020
Por Fabio Sena | 14/09/2017 - 00h40
São trocas de mensagens entre executivos da JBS, seus advogados e Miller

A Polícia Federal viu indícios de que o gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tinha conhecimento de que o ex-procurador Marcelo Miller, antes de deixar o cargo em 5 de abril, atuava de “forma indireta” nas tratativas que resultaram no acordo de colaboração premiada firmado pelos principais executivos da JBS, informou nesta quarta-feira, 13, o site da Veja. Em nota, a PGR disse que a informação não procede. Segundo a publicação, as evidências foram encontradas pela PF no telefone celular do empresário Wesley Batista, preso na manhã desta quarta-feira. São trocas de mensagens entre executivos da JBS, seus advogados e Miller. “Tais mensagens revelam que membros da Procuradoria-Geral da República tinham ciência de que Marcelo Miller estava atuando de forma indireta nas negociações da delação premiada no dia seguinte à sua saída efetiva do órgão”, relatou o documento da PF enviado à Justiça Federal de São Paulo, segundo a Veja.

 

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