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Vitória da Conquista | 16 de Novembro de 2018
Por Fabio Sena | 11/10/2017 - 11h29
A primeira instância costuma ter maior celeridade nas conclusões dos processos quando comparada ao STF.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu, no Supremo Tribunal Federal (STF), o desmembramento das investigações das malas de dinheiro encontradas em Salvador em um endereço atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). A Polícia Federal contabilizou R$ 51 milhões encontrados no local e identificou digitais nas malas e caixas do peemedebista e do advogado Gustavo Ferraz, ambos presos na Papuda em Brasília. Agora, caberá ao relator do caso, ministro Edson Fachin, decidir se o caso Geddel voltará à Justiça de primeira instância. Se optar pelo desmembramento, apenas o irmão de Geddel, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), poderia vir a ter investigação correndo no STF, por conta do foro privilegiado. De acordo com publicação do jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira (11), a manifestação de Raquel é mantida em sigilo no STF. A primeira instância costuma ter maior celeridade nas conclusões dos processos quando comparada ao STF.

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