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Vitória da Conquista | 17 de Janeiro de 2020
Por Fabio Sena | 24/01/2018 - 09h56
“A Petrobrás espera que confirme que o resultado do crime se reverta em seu favor”.

O assistente de acusação da Petrobrás, René Dotti, concluiu neste momento sua exposição no TRF4 no julgamento do recurso do ex-presidente Lula contra a sentença de condenação proferida pelo juiz federal Sérgio Moro, de nove anos e seis meses para o réu. Segundo Dotti, o procurador regional da República, Maurício Gotardo Gerum, fez uma “exposição lúcida, clara e convincente” e afirmou que “o caso tem provas diretas e provas indiretas, indícios que valem para a condenação”. Acrescentou que são “duas ilhas de um grande arquipélago de ilicitudes, uma cadeia de provas irresistível á mais simples das lógicas”. Ainda na visão de Dotti a Petrobrás – “símbolo da independência econômica do país” – sofreu um “gravíssimo” atentado contra seu patrimônio. “Não há dúvida: a Petrobrás foi vítima de refinada e sofisticada organização criminosa e não poderia sozinha resistir a uma complexa organização, com audácia na iniciativa e eficiência no sigilo”. Segundo ele, depois que a “rede delituosa” foi descoberta, a empresa investiu em controles internos e ajudou nas investigações. “Respondeu mais de 500 pedidos de informação”. Concluiu afirmando que “a Petrobrás espera que confirme que o resultado do crime se reverta em seu favor”.

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