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Vitória da Conquista | 18 de Julho de 2018
Por Fabio Sena | 23/02/2018 - 10h01
"No momento certo, será feita uma avaliação para definir quem tem mais força para agregar ao projeto e ganhar as eleições"

Por Henrique Brinco | Tribuna da Bahia

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e pré-candidato ao Senado, Angelo Coronel (PSD), falou sobre as especulações em torno de sua candidatura e disse não ter nenhum problema com a senadora Lídice da Mata, do PSB, que já confirmou que será candidata com ou sem o apoio dos petistas. O pessedista concedeu uma entrevista para a Rádio Metrópole, ontem, e disse que ter uma participação ativa na campanha do grupo de Rui Costa (PT). “Deveremos ter uma reunião no próximo mês com o nome homologado para a chapa. Lídice é uma boa pessoa, uma grande senadora. Não temos nenhum problema com o nome de Lídice, mas o PSD está lutando pela vaga dela. Eu não gosto de me envolver no time dos outros. Vamos ver qual o partido tem maior densidade eleitoral e vai contribuir para a chapa”, declarou.

Coronel aproveitou para ressaltar a atuação do PSD. “Não quero ser candidato na chapa sendo um peso morto. Hoje o PSD tem 85 prefeitos, mais 110 de outras agremiações. Eu estou tentando fazer meu trabalho calado para ser nome viável”, acrescentou. O deputado federal Antonio Brito (PSD) também disputa a vaga na chapa. Em entrevista à Tribuna, em janeiro, Coronel afirmou que vai aguardar a evolução do cenário eleitoral para tomar qualquer decisão sobre o assunto. “Eu sou um homem de partido. Se o partido definir lá na frente pelo meu nome, eu estarei apto para entrar na campanha. Fico lisonjeado com esse reconhecimento do governador pelo nome que o PSD vai compor na chapa. O governador é um homem inteligente e sabe fazer conta”, analisou.

“Se por acaso integrarmos a chapa, será para somar e não para causar problemas. Espero que aqueles partidos que não forem contemplados tenham o altruísmo de reconhecer a preferência pelo peso eleitoral dos que forem a ser contemplados na chapa majoritária. Mas todos os partidos que fazem parte da base têm méritos. No momento certo, será feita uma avaliação para definir quem tem mais força para agregar ao projeto e ganhar as eleições”. Também em janeiro, em coletiva de imprensa, Rui Costa disse que “o PT, o PSD, do senador Otto, e o PP são partidos que hoje têm posição de destaque e que devem ter a mesma posição no processo sucessório”. “Vamos conversar com todo mundo. É prematura qualquer decisão. Essa eleição é mais curta. Isso também vai se compatibilizar com arranjo nacional. Ainda é cedo. Estamos em janeiro ainda”, disse Rui.

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