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Vitória da Conquista | 14 de Novembro de 2018
Por Fabio Sena | 27/02/2018 - 00h53
O ex-governador ainda opinou que o objetivo da investigação é político e chegar ao governador Rui Costa

O secretário estadual e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), reuniu a base aliada e lideranças políticas na noite desta segunda-feira (26) em um encontro ‘suprapartidário’. O petista passou uma mensagem de tranquilidade aos amigos no dia em que foi alvo da Operação Cartão Vermelho, que apura o recebimento de propina no processo de licitação da Arena Fonte Nova. “Não se joga pedra em árvore que não tem fruto. Passo para vocês uma mensagem de absoluta tranquilidade e segurança em relação ao processo. Não tenho temor nenhum”, disse Wagner. “Passo a integrar a galeria dos injustiçados”, completou o secretário. “Felizmente meus filhos já são todos maduros, sabem que não se joga pedra em árvore sem frutos, e graças a Deus minha árvore política tem muitos frutos. Cheguei aqui [em Salvador] com uma mão na frente e outra atrás, ajudei a construir o PT, ajudei a construir esse governo… meu nome, quando começa a ser citado como plano B, acontece isso”, falou. “Queria passar aos meus companheiros minha serenidade e ao mesmo tempo minha indignação. Eu disse à delegada ‘eu chamo como testemunha o empresariado baiano, porque desafio qualquer um que tenha oferecido qualquer coisa por obra’. Estou na mais absoluta tranquilidade”, completou Wagner. O ex-governador ainda opinou que o objetivo da investigação é político e chegar ao governador Rui Costa (PT): “Bruno Dauster, que foi citado hoje, sequer era do governo no período da licitação ou construção. Colocaram o nome de Bruno Dauster pra terem o direito de ir na Casa Civil que é na Governadoria” (Bahia.Ba).

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