Mesmo após a instalação e o pleno funcionamento do conjunto semafórico no cruzamento da Avenida Juracy Magalhães com o Anel Rodoviário (trecho próximo ao Semáforo), o sentimento de quem trafega pela região diariamente ainda é de frustração. O motivo? Os chamados “picolés de concreto” — barreiras fixas que continuam bloqueando manobras que, na visão dos condutores, seriam naturais agora que o fluxo é controlado Semáforo.
O X da Questão
A principal reclamação gira em torno da mobilidade. Antes do semáforo, as barreiras eram uma medida de segurança (embora paliativa) para evitar conversões perigosas em um trecho de alta velocidade. No entanto, com a nova sinalização, o cenário mudou:
Fluidez Comprometida: Motoristas argumentam que a a retirada dos blocos de concreto desafogariam as vias da direita.
Contradição Logística: “Não faz sentido ter um semáforo moderno e manter uma barreira física que limita o trajeto”, afirmou um condutor ouvido por nossa reportagem.
Opinião Unânime: Entre os profissionais do volante, a remoção dos picolés facilitaria o acesso direto ao Anel Rodoviário e bairros vizinhos, otimizando o tempo de espera.
”A gente esperou o semáforo para organizar o trânsito, mas parece que o serviço ficou pela metade. O picolé ali só serve agora para atrapalhar quem precisa girar ou acessar o retorno”, desabafou um motorista de aplicativo que passa pelo local várias vezes ao dia.
Próximos Passos
Até o momento, as autoridades de trânsito não apresentaram um cronograma para a readequação ou a retirada definitiva dos obstáculos. Enquanto isso, o “gargalo” permanece, desafiando a lógica de quem busca um trânsito mais inteligente e menos burocrático em uma das saídas mais movimentadas da cidade.